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CESAR MAIA: DEBATES NA TV
Em 29.07.2010 | 20h05
 

CESAR MAIA ALERTA: MAU DESEMPENHO NO ENSINO MÉDIO PREJUDICA CRESCIMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

      O Ensino Médio no estado do Rio de Janeiro é o segundo pior do país, à frente apenas do Piauí. A constatação é da mais recente avaliação do Ministério da Educação (MEC) sobre a qualidade do ensino público no Brasil, realizada por meio do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb. O Ensino Médio da rede estadual pública teve média de 2,8, a mesma de 2007 e menor que a média nacional (3,6). O mau desempenho foi confirmado pelos resultados do Enem 2009, divulgados no dia 19 de julho.
      
      Cesar Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro e candidato ao Senado pela coligação Rio Esperança (DEM – PSDB – PPS – PV), avaliou a situação como “catastrófica”:
      
      “(A situação do estado do Rio) é considerada a pior performance entre todos os estados brasileiros. Mesmo os poucos que ainda têm indicadores piores vêm melhorando e os do Estado do Rio, piorando”, ressalta. Não por acaso uma de suas principais propostas é dar prioridade máxima à expansão e à requalificação dos níveis Médio e Técnico no estado do Rio. “No caso do Rio de Janeiro, quero estreitar a interlocução do Ministério da Educação com o governo do estado para reestruturar o Ensino Médio”, conta ele.
      
      Cesar Maia lembra ainda que o mau resultado no Nível Médio prejudica sobretudo a inserção dos jovens no mercado de trabalho, onde há um grande déficit de profissionais, sobretudo na área tecnológica e de engenharia. Somente no setor de construção civil a estimativa é de que faltam 30 mil trabalhadores em todos os níveis, o que coloca em risco a Copa 2014, as Olimpíadas Rio 2016 e até o PAC.
      
      Isso, destaca Cesar Maia, sem mencionar grandes empreendimentos que deixam de contratar no estado do Rio por falta de pessoal qualificado, indo buscar profissionais em outros estados ou mesmo no exterior. Um exemplo está na Baixada Fluminense, onde a instalação da Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA) - uma parceria entre a brasileira Vale e a produtora de aço alemã TyssenKrupp Steel - teve até mão de obra chinesa importada.
      
      ”A empregabilidade e o próprio desenvolvimento (do estado) dependem da escolaridade, em especial do Ensino Médio e seu correspondente Técnico. Todos os dias, a imprensa estampa matérias mostrando que falta mão de obra no Rio, e a razão agora é inteiramente clara na catástrofe que é a gestão estadual de educação pública”, aponta, classificando a questão como o problema estrutural mais grave a ser enfrentado hoje pelo estado do Rio.
 
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Em 29.07.2010 | 19h20
 

SERRA: CHAVES É DILMISTA E O PT É CHAVISTA

      Veja Online - O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, tentou hoje colar a imagem de sua principal adversária, Dilma Rousseff (PT), ao polêmico presidente da Venezuela, Hugo Chávez. "Chávez já declarou voto na Dilma. Chávez é dilmista, e o PT é chavista", afirmou em sabatina da Rede Record, em São Paulo. O tucano rebateu ainda críticas de petistas, que o classificaram como integrante da "direita troglodita". "Troglodita de direita é quem apoia o Ahmadinejad que está matando mulheres a pedradas", disse em referência ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
      
      Serra disse considerar "uma bobagem" os rótulos de esquerda e direita, apesar de se considerar de esquerda. "Marco Aurélio Garcia é de direita, totalmente, não tem nada de esquerda", retrucou. "Falar de esquerda é falar em direitos humanos, em políticas efetivamente populares, de curto, médio e longo prazo, não no jogo de grupos econômicos."
      
      O tucano voltou a defender seu candidato a vice, Indio da Costa (DEM-RJ), que acusou o PT de ter ligações com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farcs). Para Serra, o PT "se iludiu" e tratou narcotraficantes como militantes políticos.
      
      Máquina pública - José Serra comprometeu-se hoje a cortar cargos comissionados da administração federal, caso seja eleito. "Eu vou dar uma enxugada no desperdício. Tem excesso de cargo comissionado", disse. "Cargo em comissão significa nomear uma pessoa que não fez concurso e pode não ter nenhuma capacidade para a função. Boa parte deles é emprego político" reiterou.
      
      Ainda sobre o combate ao desperdício na máquina pública, José Serra esclareceu que vai enxugar os cargos comissionados, não os concursados. E citou que em sua administração abriu vagas por meio de concursos, porque essa é uma maneira saudável de nomear funcionários para o governo. O tucano afirmou também que para montar equipes, escolhe sempre os mais capacitados e não faz diferenciações de natureza partidária.
      
      Sem-terra - Na sabatina, o candidato do PSDB afirmou que se o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) lutasse, de fato, pela reforma agrária, apoiaria o presidenciável do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio. O tucano classificou os integrantes do MST como "fisiológicos". "Não tem nada de movimento social", disse.
      
      "Se MST fosse pela reforma agrária, estaria apoiando Plínio de Arruda Sampaio, que foi exilado por ser relator de projeto pela reforma agrária, é o patriarca da reforma agrária", disse Serra.
      
      Mensalão tucano - O candidato do PSDB negou hoje a existência de um suposto mensalão tucano, envolvendo o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo (PSDB-MG). "Uma coisa é financiamento de campanha, a outra é tirar dinheiro no banco para encaminhar votações", disse em referência ao suposto mensalão do PT. "São fenômenos diferentes."
      
      Serra defendeu o colega de partido, que responde na Justiça pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, foram desviados R$ 3,5 milhões de estatais para beneficiar a campanha de Azeredo pela reeleição para o governo de Minas, em 1998. "Azeredo é um homem correto, direito, nunca recebeu ou deu dinheiro para votar."
      
      (Com Agência Estado)
      
 
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Em 29.07.2010 | 09h23
 

JOSÉ SERRA: A HISTÓRIA DE UM PATRIOTA

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Em 29.07.2010 | 08h45
 

SERRA: UMA VIDA DEDICADA AO BRASIL

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Em 28.07.2010 | 21h22
 

CESAR MAIA INAUGURA VÍDEO-COLUNA DIÁRIA

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Em 28.07.2010 | 18h52
 

A LIGAÇÃO DAS FARC COM O MST

       Blog Aluizio Amorim - Em maio de 2005, Maria Clara Prates, repórter do jornal Estado de Minas fez uma reportagem intitulada "FARC ensinam suas técnicas a a integrantes do MST". A informação está no site WikiNotícias, em postagem datada de 1° de novembro de 2005 que transcrevo após este prólogo.
      
      Esta e uma variada gama de informações com o mesmo teor circulam há muito tempo pela imprensa brasileira e portais noticiosos da web. E só estão voltando à tona atualmente em função da denúncia do candidato a vice de José Serra, o deputado federal Índio da Costa. (...)
      
      Transcrevo como segue a matéria que está no site WikiNotícias que por si só corrobora a afirmação do candidato José Serra quando disse que há muitas informações e reportagens sobre as ligações do PT com as FARC.
      
      Vejam:
      
      Na fronteira do Brasil com o Paraguai instrutores das FARC ministram aulas de técnicas de guerrilha a criminosos e integrantes dos Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A informação é de Maria Clara Prates, do jornal O Estado de Minas e enviada especial ao Paraguai.
      
      Na região de Pindoty Porã, departamento de Canindeyú, no Paraguai, fronteira com o Mato Grosso do Sul e o Paraná estão montados centros de treinamento das FARC.
      
      Segundo relatórios das autoridades brasileiras e paraguaias, entre 22 e 24 de julho, ocorreram pelo menos três cursos sobre técnicas de guerrilha para brasileiros, principalmente do MST dos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná. Em 29 de agosto ocorreu um curso destinado a equipes de segurança de traficantes do Rio e São Paulo.
      
      A coordenação do MST alega que a denúncia é infundada e que o movimento mantém relações de intercâmbio apenas com organizações camponesas latino-americanas.
      
      A região de Pindoty Porã é usada há mais de dois anos pela FARC para o tráfico de drogas e armas. O grupo é favorecido pela ausência e conivência de autoridades locais. Do site Wikinotícias
 
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Em 28.07.2010 | 18h30
 

A QUEM A DEMOCRACIA INCOMODA

      A Democracia incomoda muito a ex-ministra Dilma Rousseff, candidata do PT À Presidência da República.
      
      É por isso que ela ataca – para variar faltando com a verdade -, a atuação dos Democratas no Congresso Nacional, onde o partido se destacou no papel de oposição ao governo federal a que ela pertenceu.
      
      Fizemos uma oposição parlamentar, dura, mas limpa, às claras. Obtivemos vitórias importantes para a sociedade brasileira na base de argumentos, aceitos pela maioria dos parlamentares, dos mais diversos partidos, inclusive pertencentes à base governista.
      
      O fim da CPMF é emblemático e é o que mais incomoda aos petistas – mesmo que o governo de Dilma Rousseff tenha compensado a receita do famigerado Imposto do Cheque com o aumento do IOF.
      
      Dilma Rousseff e seu criador não admitem perder, algo absolutamente inerente à disputa política dentro de uma democracia.
      
      Para quem, como eles, que não gosta de oposição, não gosta do debate político, do contraditório, não é adequado disputar eleições no Brasil.
      
      O ideal para Dilma seria candidatar-se em Cuba.
      
      Paulo Bornhausen (SC)
      Líder dos Democratas
      Câmara dos Deputados
 
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Em 28.07.2010 | 10h50
 

GOVERNO ARRECADA R$ 100 BI AO MÊS

      O brasileiro está pagando mais de R$ 100 bilhões em impostos, por mês, segundo cáculo do Impostômetro instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo. A medição do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário informa que antes de terminar o mês de julho, o total de impostos pagos chega a R$ 700 bilhões. A carga tributária brasileira cresde desde a década de 1990, quando era 25% do PIB. Agora, chega a 38% do PIB. Impostômetro
 
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Em 27.07.2010 | 16h53
 

ORÇAMENTO AUTORIZATIVO E REPÚBLICA VELHA

      Site do deputado Rodrigo Maia
      
      Como se não bastassem as permanentes afrontas à legislação eleitoral, o governo Lula/PT repete o comportamento tradicional da República Velha e, para burlar o que determina a lei, decidiu abrir o Tesouro e distribuir recursos para os municípios, a partir de emendas parlamentares. às vésperas do prazo legal.
      
      Nos sete primeiros meses deste ano, comparativamente ao mesmo período em 2009, o governo federal ampliou em 283% a liberação de recursos para municípios.
      
      O melhor ainda, para comprovar o uso político-eleitoral das emendas, será conhecermos quais foram elas e os municípios beneficiados com a abertura deste saco de bondades do governo federal.
      
      Somente com um orçamento impositivo, pelo qual luto e defendo, os recursos orçamentários do país deixarão de ser manipulados por interesses político-partidários, especialmente nos anos eleitorais.
      
      Aí sim, teremos uma sociedade onde a lei é para todos e as emendas parlamentares, que atendem às necessidades dos estados e municípios, serão efetivamente respeitadas e atendidas.
      
 
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Em 27.07.2010 | 09h58
 

SERRA DIZ QUE VENEZUELA AMEAÇA A PAZ

      De O Estado de S.Paulo - O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, reafirmou ontem sua postura de oposição ao governo Lula ao dizer que haverá mais invasões no campo caso a rival Dilma Rousseff (PT) vença as eleições. Ele também elevou as críticas à política externa e disse que "até as árvores da floresta amazônica" sabem que o venezuelano Hugo Chávez abriga as Farc.
      
      Em almoço com empresários do Grupo de Líderes Empresariais (Lide) em São Paulo, Serra lançou mão da estratégia de se diferenciar da adversária nos pontos mais polêmicos do atual governo, principalmente em assuntos caros ao empresariado.
      
      Mais uma vez criticou o MST e citou declaração do dirigente João Pedro Stédile - no começo de julho, o líder dos sem-terra disse: "Com Dilma, nossa base social perceberá que vale a pena se mobilizar, que poderemos avançar, fazendo mais ocupações e mais greves."
      
      Serra comentou as afirmações. "(Stedile) disse com todas as letras, está gravado. Porque com ela vão poder fazer mais invasões, mais agitação. É isso. Postura de governo em relação ao MST é que se trata de um movimento político e tem de viver pelas próprias pernas e não pode subverter a ordem democrática", declarou o tucano.
      
      Questionado pelos empresários sobre política externa, o tucano aproveitou para falar sobre a atual crise entre Venezuela e Colômbia. "É inegável que o Brasil sempre teve mais simpatia pelo Chávez. É inegável que o Chávez abriga essas Farc. É inegável que se tivesse gasto o tempo que gastou no Oriente Médio na América do Sul poderia ter evitado situações como essas."
      
      Na semana passada, a Venezuela rompeu relações diplomáticas com a Colômbia, depois que o presidente Álvaro Uribe enviou à Organização dos Estados Americanos (OEA) documentos que supostamente comprovariam a proteção do vizinho a guerrilheiros das Farc.
      
      Indagado após a palestra sobre as declarações, Serra foi além: "Todo mundo sabe, até as árvores da floresta amazônica. Elas são as principais testemunhas de que as Farc se abrigam na Venezuela." O tucano disse defender uma relação de "pacificação" com o país vizinho, mas afirmou que Chávez é "partidário do espetáculo".
      
      "Ele vai criando fatos que ameaçam a estabilidade da América do Sul, da Latina e do Brasil. Ter países se hostilizando nas nossas fronteiras não é uma boa. É muito mais prioritário que o programa nuclear do Ahmadinejad (presidente do Irã)", completou o tucano sobre a investida do Itamaraty no assunto.
      
      Proteção. Serra voltou a dizer que o País vive um processo de "desindustrialização da economia" e afirmou serem necessárias medidas de proteção. Também criticou o que chamou de "tripé maligno" da economia: as altas taxas de juros, a carga tributária e o baixo investimento público.
      
      Afirmou então que o Brasil deve ser governado por partidos e não para partidos. "Vivemos hoje uma era de exacerbação de um patrimonialismo sindicalista, um patrimonialismo de oligarquias políticas regionais, que envolve até gente de São Paulo. É o chamado patrimonialismo bolchevique."
      
      Durante a entrevista, o tucano foi questionado sobre sua posição em relação ao fato de o PSDB governar São Paulo há 15 anos, já que em 2008 teria defendido a importância de alternância de poder. Serra disse não se lembrar de ter feito tal afirmação e se, de fato, a fez foi uma "burrice".
      
      Logo após a vitória de Gilberto Kassab (DEM) na disputa pela prefeitura paulistana, Serra afirmou: "Quem ganhou no Brasil foi a pluralidade e a diversidade. O monopólio perdeu e aqueles que sonham com ele. Espero que desistam. Meu partido não tem essa pretensão."
      
      O TUCANO E OS PAÍSES VIZINHOS
      
      Venezuela
      Serra é contra a entradado país no Mercosul
      
      Cuba
      Critica o país por causa das violações aos direitos humanos
      
      Bolívia
      Declarou que Evo Morales é cúmplice do narcotráfico
      
      Mercosul
      Diz que bloco é barreira para o livre comércio do Brasil
 
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Em 27.07.2010 | 04h16
 

SERRA CONDENA INVASÕES DO MST

      O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, afirmou nesta segunda-feira que uma eventual vitória de sua adversária petista, Dilma Rousseff, fará com que as invasões do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) se intensifiquem.
      
      Em encontro promovido pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais), em São Paulo, Serra destacou que Dilma conta com o apoio do líder do MST, João Pedro Stédile, nas eleições.
      
      "O Stédile declarou apoio a Dilma. Com ela, [os sem-terra] vão poder fazer mais invasões, mais agitações", afirmou. "O MST não existe para a reforma agrária", reiterou.
      
      POLÍTICA EXTERNA
      
      O tucano ainda criticou a política externa brasileira. Segundo ele, as ações do Brasil no setor durante o governo Lula se basearam exclusivamente em interesses econômicos.
      
      "Tivemos uma política de "negócios são negócios", disse ele em encontro promovido pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais) a frase "negócios são negócios" foi proferida recentemente pelo ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Guiné Equatorial.
      
      Serra criticou as relações do Brasil com países sul-americanos e com a China. "Estamos fazendo filantropia com Paraguai e Bolívia. Com a China, só fizemos concessões", afirmou.
      
      O presidenciável tucano também criticou as relações do governo brasileiro com Cuba. "É amigo de Cuba? Tudo bem. Mas então use isso para soltar os presos políticos."
      
      Segundo ele, o PT, por ser um partido homogêneo, usa a política externa para agradar a setores do partido.
      
      O candidato do PSDB voltou a dizer que o PT tem relações com as Farc, mas dessa vez utilizou um raciocínio diferente. "Todo mundo sabe que existe uma simpatia pelo [Hugo] Chávez [presidente da Venezuela]. Ele abriga as Farc."
      
      ECONOMIA
      
      O tucano disse ver contradições na política econômica do governo federal e defendeu que o Brasil tenha na área uma equipe integrada.
      
      Segundo ele, um dos exemplos do suposto mau planejamento é o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).
      
      "Tem órgão como o Dnit que é uma piada em matéria de planejamento." Serra afirmou ainda que as estradas são feitas segundo interesses eleitorais ou não-ortodoxos.
      
      O candidato aproveitou o encontro com líderes empresariais para alfinetar a candidata do PT, Dilma Rousseff, que na semana passada afirmou em entrevista à "TV Brasil" que a carga tributária brasileira não é alta, comparada com outros países.
      
      "A assessoria dela esqueceu de avisar que o Brasil tem que ser comparado com outros países em desenvolvimento, e não com países como a Suécia."
      
      Serra avaliou que o país poderia ter crescido mais durante a crise econômica, e insinuou que falta preparo aos comandantes da política econômica.
      
      "O Brasil perdeu a chance de crescer na crise e investir mais. Talvez por falta de conhecimento."
      
      Texto reproduzido da Folha Online
 
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Em 27.07.2010 | 03h18
 

CAMPANHA CONTRA O ABORTO

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Em 26.07.2010 | 00h00
 

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Em 25.07.2010 | 23h58
 

O Brasil pode mais...

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Em 25.07.2010 | 23h57
 

O Brasil pode mais...

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Em 25.07.2010 | 23h29
 

O Brasil pode mais...

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Em 25.07.2010 | 22h41
 

CESAR MAIA:"LULA VETARÁ LEI DOS ROYALTIES"

      Página do Zero - Economista, Ex-prefeito e candidato ao Senado pelo Democratas, Cesar Maia é uma figura que inegavelmente tem uma forte identificação com a cidade do Rio de Janeiro. Considerado um dos favoritos para a disputa eleitoral desse ano, o ex-prefeito não foge de temas polêmicos e diz que o fechamento definitivo da Avenida Rio Branco é inviável e acredita que o presidente Lula irá vetar a lei dos royalties, que em sua visão não é menos do que absurda.
      
      Abaixo uma pequena entrevista que tivemos a oportunidade de fazer com o economista, ex-prefeito e candidato ao Senado Cesar Maia:
      
      ZÉRO: O Deputado Indio da Costa começou sua trajetória política na prefeitura do Rio de Janeiro, em uma aposta feita pelo senhor na competência do mesmo. Hoje ele é candidato à vice-presidente da República. Qual o papel que o senhor desempenhou na indicação do mesmo? Sente-se contemplado pela escolha? Considera o deputado preparado para o desafio?
      
      Cesar Maia: A escolha foi do próprio Serra e de sua equipe. Quando soube achei muito boa, pois introduz juventude e novidade na campanha.
      
      ZÉRO: O atual prefeito do Rio de Janeiro, o Sr. Eduardo Paes, tem como um de seus projetos o fechamento da Av. Rio Branco e uma revitalização da zona portuária. Esse projeto vem recebendo inúmeras críticas da população e de autoridades em urbanismo. Como o senhor, que já foi por três vezes prefeito do Rio e, é responsável pela maior reforma urbana que a cidade já viu desde Pereira Passos, vê esse projeto do prefeito Eduardo Paes?
      
      Cesar Maia: Todos os dias criam um fato para ganhar espaços na imprensa. Mas isso cria um problema: e se não realizar? O fechamento permanente da Avenida Rio Branco é inviável. A revitalização da área portuária é muito importante. Com a cessão de ativos pelo governo federal espero que não percam essa oportunidade.
      
      ZÉRO: Os números da educação do Estado do Rio de Janeiro são alarmantes. Segundo o governador Sérgio Cabral, isso é fruto de mais de 30 anos de sucateamento da rede estadual de ensino. Como que esse quadro pode ser revertido?
      
      Cesar Maia: Se o Cabral der uma olhada nos últimos 8 anos de governos do PMDB – incluindo os 3 anos e meio seus – verá que a situação era ruim mas não piorava. Agora nesse período dele, desintegrou. Colocar a culpa nos outros é um habito dele. Mas se fosse assim porque não disse isso em campanha ou no início de seu governo?
      
      ZÉRO: O senhor é candidato a Senado Federal e, sem dúvida é o candidato com mais experiência no momento em que o nosso Estado trava importantes batalhas políticas, como a dos royaltes, no âmbito nacional. Quais serão as suas prioridades se eleito Senador da República pelo Rio de Janeiro?
      
      Cesar Maia: Recuperar para o Senado suas funções constitucionais de representação da federação, de política externa, e garantir recursos para o Estado priorizando o ensino médio e a segurança pública, além dos recursos para Copa do Mundo 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. E, claro, refazer a lei dos royalties depois que Lula vetar o absurdo atual.
 
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Em 25.07.2010 | 22h21
 

DILMA NADA SABE DE AGRICULTURA

      Demonstrando o pouco conhecimento sobre o desenvolvimento agropecuário no país, a candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou que o Ministério do Desenvolvimento Agrário foi o grande responsável por tornar o Brasil uma potência agrícola. O deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) rebateu a candidata e afirmou que, se a agricultura está em expansão, se deve ao trabalho do pequeno produtor rural, especialmente aqueles organizados em cooperativas, e não aos assentamentos do Movimento dos Sem Terra (MST).
      
      “É por essas e outras posições que Dilma não terá o voto dos produtores rurais”, afirmou Sciarra. De acordo com dados do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), 70,15% dos filiados a cooperativas agropecuárias no PR são pequenos produtores, que possuem até 50 hectares de terra, considerado agricultura familiar. Médios produtores correspondem a 26,5% dos associados e apenas 3,35% são grandes produtores. “Os dados da Ocepar provam que as terras estão bem divididas no Paraná, e não concentradas nas mãos de poucas pessoas. No Paraná a reforma agrária já foi feita”, afirmou Sciarra.
      
      O deputado paranaense acredita que o Ministério da Agricultura deveria ser o único responsável pelo setor. “Não há necessidade de dois ministérios para atender o desenvolvimento da agricultura brasileira”, pontuou Sciarra.
 
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Em 25.07.2010 | 11h29
 

VEJA: INDIO ACERTOU O ALVO

      Em um depoimento gravado em vídeo e divulgado no site do PSDB, Índio da Costa, candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, abriu fogo: “Todo mundo sabe que o PT é ligado às Farc, ligado ao narcotráfico, ligado ao que há de pior”.
      
      A declaração de índio foi considerada um insulto ao partido e a seus milhões de eleitores. Ela produziu uma reação justificadamente forte por parte de José Eduardo Dutra, presidente do PT, que chamou Índio de “desqualificado” e “ medíocre”.
      
      O partido do governo entrou com a ação por crime contra a honra, danos morais e ganhou direito de resposta na Justiça Eleitoral. Despida de seu núcleo explosivo, a acusação de Índio da Costa encontra amparo na realidade.
      
      O PT tem vínculos históricos, públicos e inegáveis com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
      
      “Algum petista, inclusive a Dilma, explicou porque o PT é ligado às Farc, ou negou isso?”, perguntou o candidato tucano José Serra, dando contornos mais reais à acusação de seu vice. Serra lembrou que as Farc são o narcotráfico, mas ressalvou que isso não quer dizer que os petistas são traficantes.
      
      Há duas décadas, o PT mantém vínculos ora escancarados, ora dissimulados com as Farc. Quando foram fundadas em 1964, as Farc eram um grupo guerrilheiro de inspiração guevarista cujo objetivo era derrubar o governo colombiano e instalar uma ditadura comunista.
      
      Desde os anos 80, as pretensões políticas deram lugar ao banditismo puro e simples. Os membros das Farc entraram no negócio da cocaína, da extorsão mediante seqüestro e da venda de armas a criminosos brasileiros.
      
      Muitos petistas condenam o que chamam de “opção arma das Farc”, mas, quando se vêem diante de um guerrilheiro fardado sentem um chamado vindo do fundo do coração.
      
      “As Farc, em síntese, propõem uma sociedade mais igualitária”, diz o senador petista Eduardo Suplicy. Essa idéia há muito sem vínculo com a realidade, de que as Farc têm um projeto político leva muitos petistas a organizar palestras de terroristas no Brasil, a protegê-los de pedidos de extradição e até arrumar empregos para seus parentes.
      
      Na área diplomática, esse comportamento se traduz na relutância da política externa do governo Lula de qualificar as Farc como um grupo terrorista, dando a ele o status de força beligerante.
      
      A afinidade entre PT e Farc foi oficializada em 1990, quando Lula fun0dou o Foro de São Paulo e convidou diversos movimentos de esquerda da América Latina, incluindo as Farc, para debater o futuro do socialismo, que naquele momento sucumbia na Europa. Os encontros do Foro de São Paulo ocorrem a cada um ou dois anos. Oficialmente, a última vez em que as Farc participaram foi em 2001, em Cuba. Representantes informais dos interesses do grupo, no entanto, estavam presentes na edição uruguaia, em 2008.
      
      Nos últimos dez anos, integrantes do bando tornaram-se atrações em diversos encontros no Brasil, como o Fórum Social Mundial em Porto Alegre, e foram recebidos por políticos petistas em seus gabinetes.
      
      “Isso faz parte de uma estratégia de internacionalização, iniciada pelas Farc nos anos 90, para tentar vender uma imagem política, obter recursos e, claro, deslegitimar a democracia colombiana”, diz o cientista político Gerson Arias, coordenado da Fundação Ideias para a Paz, de Bogotá. Quando Lula entrou na campanha presidencial de 2002, as alas mais pragmáticas do PT passaram a evitar publicamente as Farc. Já os laços velados com os guerrilheiros foram mantidos, principalmente com o ex-padre colombiano Olivério Medina, que hoje vive em Brasília.
      
      Documentos da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) revelados por reportagem de VEJA de 2005 mostram que, em 2002, Medina participou de um churrasco em Brasília e prometeu 5 milhões de dólares para ajudar a campanha. Com o PT no poder, o episódio foi varrido para debaixo do tapete e a investigação suspensa antes que indícios da doação dos terroristas pudessem ter sido recolhidos.
      
      Medina, reconhecido pelo PT como embaixador das Farc no Brasil, é acusado de ter comandado quatro ações do grupo na Colômbia, as quais resultaram na morte de 95 militares e no sequestro de mais demais de 100 pessoas. Preso pela Polícia Federal em 2005, ganhou o status de refugiado no Brasil e contou com a ajuda de petistas para não ser extraditado e julgado por seus crimes na Colômbia.
      
      Em documentos descobertos no computador do comandante das Farc Raúl Reyes, morto pelo Exército colombiano no Equador em 2008, é possível encontrar várias mensagens trocada por Medina e outros narcoterroristas, com referências a petistas e ex-petistas.
      
      Em uma delas, Medina escreve a Reyes: “Estive falando com a deputada federal Maria José Maninha (ex-PT, hoje PSOL). Combinamos que ela vai me abrir caminho rumo ao presidente via Marco Aurélio Garcia”. Garcia, vale lembrar é o assessor especial da Presidência da República. Em outra mensagem, de fevereiro de 2004, o terrorista José Luis escreve ao mesmo Reyes: “por intermédio do legendário líder do Plínio de Arruda Sampaio (atualmente candidato à Presidência pelo PSOL), chegamos a Celso Amorim, atual ministro das Relações Exteriores. Plínio nos mandou falar com Albertão (Edson Antônio Albertão, ex-vereador do PT em Guarulhos), porque o ministro está disposto a nos receber. Tão logo tenha espaço na sua agenda, ele nos recebe em Brasília”.
      
      Medina também agradece em 2007 a atenção da sua mulher, Angela Slongo: “A Mona começou no seu emprego novo. Para protegê-la ou impedir que a direita em algum momento a incomodasse, a deixaram na Secretaria da Pesca desempenhando o que aqui chamam de cargo de confiança ligado à Presidência da república”.
      
       Angela, uma professora paranaense, ganhou o cargo a pedido de Dilma Rousseff, então chefe da Casa Civil, como comprovou documento assinado pela ex-ministra e publicado pela Gazeta do Povo, de Curitiba, em junho de 2008. Índio generalizou, mas acertou no alvo.
      
      Duda Teixeira - Veja
      
 
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Em 24.07.2010 | 19h30
 

INDIO DA COSTA: ESPAÇO PARA O LIBERALISMO

      O candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, deputado Indio da Costa, escreve na revista Liberdade e Cidadania o artigo "Um Espaço Político para o Liberalismo Democrático no Brasil"
      
      
      "O objetivo deste artigo é avaliar qual o espaço político que pode existir no Brasil, hoje, depois do advento das mídias sociais, para uma proposta política semelhante ao atual liberalismo democrático da Inglaterra. Para isto é importante entendermos quais as questões que são permanentes para o liberalismo, quais delas são pertinentes ao atual processo político global e como elas se adéquam à situação política brasileira. A difusão do liberalismo e a ampliação da participação na atividade parlamentar através do uso das mídias sociais, criam oportunidades para além do liberalismo social do Estado de bem estar social. A intensa participação dos eleitores liberais nas mídias sociais levou o Partido Liberal Democrata inglês a decisões que o conduziram ao poder. No Brasil, a participação popular dos eleitores, através das mídias sociais, levou à aprovação do projeto “Ficha Limpa”. O objetivo deste artigo é avaliar o espaço político para a democratização do liberalismo". Leia a íntegra
 
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Demóstenes defende punições mais rigorosas para presos mais perigosos
Senado deve votar durante esforço concentrado permanência maior na prisão para quem cometer crime hediondo

Sen . Demóstenes Torres

Na sua opinião, o que significa o suposto "programa dos direitos humanos" do governo Lula?
 
o sonho de Lula é ser Hugo Chavéz
   
é o programa de governo de Dilma Rousseff
   
temos de salvar a democracia enquanto há tempo
 
 
 
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