Dois fatos me deixaram alegre e orgulhoso nesta semana: o primeiro foi a divulgação, na quinta, 29, do programa do Democratas na rede nacional das emissoras de rádio e de televisão. Enviamos ao país nossa mensagem de oposição firme e corajosa. O segundo motivo de alegria é a realização, neste final de semana, do II Encontro da Juventude Democratas em Blumenau (SC) para debater política nacional, internet e Oposição, entre outros temas relevantes.
A história recente do Brasil é marcada pela presença direta dos nossos jovens na luta pelos direitos individuais e coletivos. Durante os anos mais duros do regime militar, a juventude não se deixou intimidar e jamais se omitiu. No governo Collor, teve participação determinante na derrubada do presidente. E como estão os jovens nos dias atuais? Inteiramente envolvidos na revolução tecnológica que o país experimenta, informam as pesquisas.
A TV já não é considerada o item mais importante para aqueles de até 34 anos, diz o Ibope. Dos 18 aos 24 nos, o líder do ranking é o celular (78%). Para a faixa etária de dez a 17 anos, o computador com acesso a internet é o aparelho mais relevante (com 82% no ranking de prioridade). Essa nova juventude representa o Brasil de hoje, um país que já conta com mais de 150 milhões de celulares e mais de 50 milhões de computadores ligados na internet.
Para nós, Democratas, que ajudamos a construir este país moderno e conectado, é fundamental contar com a juventude. Só assim vamos ter inspiração para seguir em frente com coragem, determinação, entusiasmo e alegria.
A AGÊNCIA antidrogas dos EUA (DEA) só identificou os cartéis colombianos em 1984. Com pontos eletrônicos em barris de éter, aviões de observação descobriram que a cocaína era refinada em usinas, e não mais artesanalmente.
Em seguida, identificou as estruturas empresariais do tráfico de drogas com aviões, navios de carga, lançamento em alto mar, recolhimento por iates de luxo, corredores que se formavam em portos e aeroportos, a interação com Peru e Bolívia... O atraso foi de pelo menos seis anos. Os dois mercados básicos eram, e são, EUA e Europa, neste caso, pela substituição parcial de heroína por cocaína.
Os corredores de exportação para os EUA eram rotas diretas, por ar e por mar, da grande plataforma atual, via cartéis mexicanos. Mas, no caso da Europa, sempre foram necessárias plataformas intermediárias em outros países. No caso do Brasil, nas cidades com aeroporto ou porto internacional, como o Rio, em especial, que tem os dois, e São Paulo, Santos, Vitória e Recife. Os corredores de exportação de cocaína desenvolvem um mercado interno de sustentação, um varejo de drogas. O atacado fica por conta de esquemas externos de muito maior sofisticação.
Infeliz coincidência. No início dos anos 80, ocorre a transição democrática no Brasil. Os primeiros governadores eleitos pelo voto direto, em Estados como Rio, São Paulo e Pernambuco, haviam enfrentado a ditadura e vinham com seus compromissos sociais e o desmonte das máquinas repressivas de suas polícias. Sem nenhuma informação sobre a estrutura empresarial existente, que nem o DEA conhecia até 1984, os orçamentos foram pendendo para a área social, contra a segurança pública.
Até ali, as polícias militares eram parte do Exército, e seus recursos contavam com um orçamento federal adicional. Passaram a depender dos orçamentos locais.
Constrói-se com rapidez o varejo interno de cocaína, cujo desenho fundador foi carioca, por ser o corredor mais importante. Aos poucos, foi sendo "exportado" para outras grandes cidades.
O narcovarejo eliminou a ideia do traficante separado do usuário, e a violência associada a ele avançou a taxas crescentes, com a vida banalizada. A cocaína como um objeto de delito de consumo social prazeroso e de alto poder de corrupção avançou como mercado.
A dinâmica inicial do narcovarejo operado por moradores das comunidades desapareceu, e a violência ganhou imagens de terror.
As armas pesadas vieram para ataque/defesa de "territórios". E para a oferta, sempre elástica, de drogas e de armas. Um nó de complexo desatamento. Uma equação que exige muito mais do que vontade para ser resolvida.
A "doutora" Dilma Rousseff começou a vida pública como terrorista, passou pelo brizolismo e, quem diria, acabou lulista. Depois de desfilar incompetência como secretária de energia no Rio Grande do Sul, teria mesmo que parar no ministério do apedeuta.
Primeiro, como ministra de Minas e Energia - só não levou o Brasil ao verdadeiro apagão de energia elétrica, porque o país não cresceu e porque governos anteriores deixaram boa margem de energia estocada.
Com a saída do subchefe do mensalão, José Dirceu, da Casa Civil, quem o substituiu? Exatamente a "doutora".
A Casa Civil, que produzira o célebre mensalão de Lula, passou a produzir dossiês para chantagear adversários e até falsificar diplomas para Rousseff apresentar-se como "doutora".
Lulista, chavista... a "doutora" corre o país em busca de simpatias que viabilizem sua candidatura à presidência da República, como legítima representante dos mensaleiros.
Entrementes, a guerra civil que assalta o Rio de Janeiro resume o desastre que é o governo Lula e o que seria o prolongamento desses aloprados no poder a partir de 2011.
VENEZUELA NO MERCOSUL: "É UM LAMENTÁVEL FATO CONSUMADO"!
Trechos do artigo do embaixador Rubens Ricupero, ex-embaixador na Organização Mundial de Comércio (OMC). Estado de SP (30).
1. O ingresso da Venezuela no Mercosul é um lamentável fato consumado. Ele não deveria ter sido tratado como um caso político, mas sim como um caso de integração comercial, da mesma forma que acontece na OMC, nos acordos de livre comércio e nas uniões aduaneiras. Em todos esses casos, antes que o país ingresse, é preciso completar as negociações das concessões tarifárias -o que não ocorreu aqui.
2. Em qualquer organismo baseado na ideia de concessões comerciais, o país interessado em ingressar precisa reduzir as suas barreiras. São negociações extremamente difíceis, que envolvem além dos tratados coletivos, acertos bilaterais com cada um dos membros. Quando se trata de uma união aduaneira como o Mercosul, o processo fica ainda mais complicado, pois abrange também as relações comerciais com o resto do mundo, o que significa que nenhum integrante da União pode negociar sozinho acordos bilaterais.
3. No caso da Venezuela o país assinou um instrumento de adesão antes das negociações de redução tarifária. É algo inédito. Não conheço nada parecido em nenhum acordo comercial. O extraordinário é que nem governo nem a oposição souberam debater esse problema fundamental. O Mercosul não pretende ser uma união política. O Mercosul é uma união aduaneira. O governo brasileiro não agiu dessa maneira por desconhecimento. O ministro Celso Amorim foi embaixador em Genebra e conhece perfeitamente as regras.
4. O governo brasileiro cometeu um erro grave.
A ELEIÇÃO DE 2010 MUDOU COMPORTAMENTO DE LULA COM ARGENTINA!
Trechos do artigo de Dante de Sica (abece.com) em 28/10.
1. Desde a saída da crise argentina em 2001, e em todo o marco das negociações bilaterais dos últimos anos, o governo brasileiro aplicou o que poderíamos chamar de "paciência estratégica". Mas agora a realidade política de nosso principal sócio comercial mudou. A entrada no período eleitoral para as presidenciais de 2010 joga um papel muito importante na tomada de decisões.
2. No contexto político atual, a administração de Lula tem menos margem de manobra para frear as reclamações feitas pelos industriais brasileiros contra as medidas argentinas. A atual mudança de atitude do governo brasileiro, manifestada na colocação de medidas de restrição às importações desde a Argentina, busca dar resposta a seus empresários, e, ademais, chamar a atenção para que, desde Argentina, se revisem as licenças automáticas que são criticadas.
O ACORDO DE HONDURAS!
(La Prensa, 30) O Acordo contém os seguintes pontos: Criação de um governo de unidade e reconciliação nacional. \ Não haverá anistia de delitos políticos. \ Não haverá nenhuma assembleia constituinte. \ Reconhecimento e apoio às eleições gerais de 29/11 e transmissão de governo. \ Transferência da autoridade sobre as FFAA ao Tribunal Superior Eleitoral. \ Criação de uma comissão de cumprimento do acordo. \ Formação de uma comissão da verdade para investigar os eventos antes, durante e depois de 28/06. \ Solicitar à comunidade internacional a normalização das relações internacionais com Honduras. \ O Congresso Nacional -com uma prévia opinião da Corte Suprema de Justiça- decidirá sobre o retorno do poder executivo prévio a 28/06.
"UM MOMENTO DE DECISÃO", OU UM RECADO PARA A OPOSIÇÃO!
Do livro Cinco Dias em Londres, de John Lukacs, sobre os 18 dias após a posse de Churchill como Primeiro-Ministro em 10 de maio de 1940.
"Na história dos países e dos povos, um Momento de Decisão é quase sempre uma batalha. Um Momento de Decisão pode ocorrer na mente de alguém; ele pode significar uma mudança de direção; ele tem consequências que são múltiplas e imprevisíveis, consequências que, na maioria das vezes, são reconhecíveis somente em retrospecto".
RIO, CIDADE MÓVEL!
Trechos do artigo -CIDADE MÓVEL- da professora de sociologia e política da PUC-RJ, Maria Alice Rezende, no caderno MAIS da Folha de SP (18), que agrupa artigos sobre o livro de Stefan Zweig, "Brasil, País do Futuro", publicado em seis línguas em 1941.
1. O Rio de Janeiro não se revela imediatamente: não é como Nova York, que se impõe aos navegantes como um fato. É, antes, uma sucessão de dobras e miragens, que varia ao sabor das diferentes perspectivas. Com essa descrição da chegada ao porto do Rio, Stefan Zweig traduz sua impressão da cidade e do país: nada, nessa nova civilização, se mostra acabado; tudo é móvel, provisório, tem-se a sensação de viver no que ainda se desenvolve.
2. Em 1941, ano da publicação do livro, eram três, segundo Stefan Zweig, as principais características da capital do Brasil: uma natureza extraordinária, na sua diversidade e harmonia, uma sociedade muito heterogênea, porém branda, alguns artefatos notáveis, em via de extinção: os bondes, os prostíbulos localizados no mangue, e as favelas. Desses últimos, restaram as favelas, que são a prova da heterogeneidade social do Rio de Janeiro e a consequência de um desenvolvimento urbano deixado à iniciativa de famílias pobres.
3. Em resumo, natureza, brandura e favelas conformariam a alma da cidade, a fonte de suas possibilidades, sua energia, para dizer o mínimo. Comparada às modernas cidades da Europa, a capital brasileira, para muitos, careceria de civilização. Zweig avisa que a guerra alterara o sentido e o valor que atribuía àquela palavra, (civilização). A mais elevada organização social não impedira a germinação da barbárie. Prendia-se, agora, à esperança de que hábitos simples de cidade regenerassem o mundo devastado.
4. O que se chama de etos de cidade é, simplificadamente, um modo de vida que não separa, antes amalgama, diferentes dimensões da experiência urbana. No mundo moderno, é possível encontrá-lo nas turbulentas repúblicas italianas, que antecederam em dois séculos a emergência do mercado autorregulado e das formações urbanas, como as conhecemos disseminadas por todo o planeta. Por isso, falar hoje ou no século 20 de hábitos de cidade significa valorizar experiências sociais coletivas e nutridas por paixões diversas, como poder ou lealdade, e não apenas pelo interesse.
5. Com valores como a solidariedade e a alegria, "é mais fácil ser pobre aqui do que noutra grande cidade". Mas, visto após quase sete décadas, a perspectiva de Stefan Zweig, qual é o Rio de Janeiro? Um Rio que se diz idêntico ao que ele inventou. Já não é a capital do país. Mas, em tudo o mais, repete, com as atualizações devidas, a tríade mítica -natureza, brandura e favelas-, fartamente acionada. Com a diferença de que agora, perdida a inocência de todo objeto, nós somos sujeitos dessa nomeação e deveremos ter com ela compromissos mais firmes e democraticamente pactuados.
(Cristiano Romero - Valor, 28) O BNDES negocia, com o Ministério da Fazenda, mais um aporte, possivelmente em forma de empréstimo, de R$ 100 bilhões. O dinheiro é para cobrir a diferença crescente entre receitas e desembolsos do banco. O governo deve tomar uma decisão sobre o pleito no fim deste ano ou no início de 2010. Mesmo tendo ampliado o estoque de empréstimos de 5% para 7% do PIB entre 2000 e 2008, o BNDES diminuiu sua participação no volume total de crédito da economia brasileira - de 24% em 2003 para 17% em 2008.
25 ESTADOS AMERICANOS PRODUZEM CARVÃO, E ESSE É O ENTRAVE MAIOR PARA COPENHAGUE!
E por falar nisso o Estado do Rio acabou de licenciar uma termoelétrica a carvão no norte fluminense. Deve ser para dar saída ao carvão produzido no EUA. Trecho do artigo de Jeffrey Sachs no La Nacion de 27/10/2009.
1. Agora que nos encaminhamos para a Cúpula Mundial de Copenhague em dezembro, para negociar um acordo que substituirá o Protocolo de Kyoto, os EUA voltam a ser a principal causa de preocupação. Inclusive, agora os políticos norte-americanos seguem fortemente divididos a respeito do câmbio climático, ainda que o presidente Obama tenha novas oportunidades de sair do atoleiro.
2. Quando se estabeleceu o Protocolo de Kyoto, em 1997, Clinton nem sequer o enviou ao Senado para ser ratificado, sabendo que era perda de tempo, pois seria rechaçado. O presidente Bush repudiou o Protocolo de Kyoto em 2001, e no essencial, nada fez em toda a sua presidência em relação ao tema do câmbio climático.
3. Existem várias razões que justificam a inação norte-americana inclusive a ideológica e a ignorância científica. Porém, a mais importante se resume em uma só palavra: CARVÃO. Pelo menos 25 Estados produzem carvão, uma atividade que não só gera renda, empregos e arrecadação fiscal, como também abastece uma porcentagem desproporcionalmente grande de energia.
4. As emissões de carbono per cápita nos estados carboníferos do país tendem a ser muito mais elevadas que a média nacional. Como a maneira de encarar o câmbio climático está proporcionalmente dirigida a reduzir as emissões de carvão, o combustível com maior proporção de carbono, os estados carboníferos temem especialmente a incidência econômica de qualquer classe de controle.
OS NARCO-TALIBANS!
Trecho ao artigo de Loretta Napoleoni, economista italiana, no El País (25)
"A queda dos preços do ópio é devida a concorrência da cocaína colombiana na demanda mundial. No ocidente, a cocaína a bom preço deslocou a heroína. Em relação aos lucros, é provável que os senhores da droga do Afeganistão em 2008 tenham realizado ganhos ligeiramente inferiores. A redução da produção foi maior que a da demanda e, portanto, pode ocorrer um aumento no preço da heroína no varejo. Os EUA sustentam que os narco-talibans e seus sócios acumulam 10 mil toneladas de ópio legal, suficientes para satisfazer a demanda mundial por quase dois anos. Portanto, estão sentados sobre a máquina de um relógio que poderia proporcionar-lhes quantidades adicionais de recursos, e assim, deslocar parcialmente a cocaína do mercado mundial."
1. O IAA básico previsto no projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal é igual a 1. Para construir a mais, só com a compra de Cepacs (certificados que autorizam um aumento de gabarito além 1 de IAA e conforme a lei). Isso desvaloriza, no momento da aprovação da lei, o patrimônio potencial de Docas, proprietária da maior parte dos imóveis.
2. Havendo interessados na compra de Cepacs pelo valor imaginado, e desde que para grande parte da área, tudo ótimo. Mas se não houver interesse, ou se houver durante um tempo longo apenas para uma parte, a área estará congelada. E para mudar, só outra lei, com as dificuldades que se imagina. Supondo que o estudo de mercado e de viabilidade foi feito, os Cepacs terão liquidez a preço imaginado.
3. Mas para comprar os Cepacs, os potenciais interessados checarão que preço Docas, proprietária dos imóveis, pedirá por eles. Docas -que tem um enorme passivo a pagar, executado na justiça- irá avaliar os imóveis em função da flexibilidade de altura e ocupação do terreno, que os Cepacs darão uma vez comprados. Uma negociação complexa. A menos que Docas queira vender os imóveis pelo IAA = 1, portanto, totalmente desvalorizados. Vale também para o prédio da Polícia Federal, o mais bem localizado, que a PF tinha expectativa de vendê-lo contra a construção de uma nova sede, moderna, adaptada para as funções e melhor localizada, e sem custo financeiro.
4. Enquanto isso, a prefeitura investirá 200 milhões de reais na infraestrutura da região -drenagem, saneamento, arruamentos, pavimentação e iluminação- sem a qual os imóveis perdem valor comercial. O desenho do projeto do Puerto Madero em Buenos Aires resolveu esta questão de partida, com uma "empresa para o propósito específico", cujos ativos incluíam os imóveis, os direitos agregados (Cepacs...) e mais a venda de cotas da empresa em mercado.
5. A flexibilidade informada pelo governo federal é o maior ativo, já que nesses 30 anos, desde o lançamento da ideia pela Associação Comercial, nunca havia esse fato ocorrido. Mas se o desenho empresarial não for adequado, se terá perdido mais uma chance. Finalmente, o aproveitamento do Píer, num projeto de urbanização, será uma perda do imenso valor potencial que ele tem como âncora da revitalização. Mas, pelo menos, poderá no futuro ser completamente alterado, sem maiores problemas.
PUBLICIDADE PREFEITURA-RIO: AUMENTO DE 42 MILHÕES PARA 120 MILHÕES DE REAIS EM POUCOS DIAS!
1. Num comunicado, o ex-prefeito disse que a Cidade da Música se pagava não gastando dinheiro em publicidade. E assim fez. Agora leia abaixo. 120 milhões em 2 anos são 480 milhões em 8 anos, que o ex-prefeito governou. Assim pagou a Cidade da Música.
2. Aviso de ALTERAÇÃO de licitação- CO Nº 03/2009- A Secretaria Municipal da Casa Civil torna público que procedeu alteração no edital da Concorrência nº 03/2009, conforme abaixo: Processo N.º: 01/000.980/2009 - Objeto: Seleção e contratação de agências de propaganda para prestação dos serviços publicitários descritos, caracterizados e especificados no Anexo. Projeto básico, para os órgãos e entidades da administração direta e indireta do poder executivo municipal. Modalidade de licitação: concorrência- Tipo: melhor técnica sob regime de execução por empreitada por preços unitários- Estimativa prevista: R$ 120.000.000,00 (cento e vinte milhões de reais). Prazo 24 meses.
"QUER VER NÃO DAR EM NADA? CRIE UM GRUPO DE TRABALHO"!
1. Mesmo que seja um exagero a assertiva acima que muitos usam, uma coisa é certa: a proliferação de Grupos de Trabalho Especiais como forma de resolver problemas, é retardatária e até paralisante. Muitas vezes é uma forma do dirigente não dizer não: - Forme um GT...
2. Mas a Presidência da República já tem oficialmente trabalhando nela, DEZ Grupos de Trabalho. Será razão de sua paralisia ou vontade de que os assuntos não se resolvam?
CRISE ENERGÉTICA NA VEZENEZUELA BOLIVIARIANA! CAI APROVAÇÃO DE CHÁVEZ!
1. Semana passada Chávez orientou banhos de no máximo 3 minutos. Agora avisa que racionará energia elétrica. Desperdício de energia elétrica é "um delito", disse Chávez. Advertiu que os centros comerciais que estão consumindo muita eletricidade "terão que comprar seus próprios geradores e quem não fizer terá o fornecimento de energia cortado". (La Nacion, 28)
2. Cai popularidade de Chávez. Datanálisis informa que a opinião positiva sobre Chávez caiu de 53% em setembro para 46% em outubro. (El Universal, 27)
RIO: GRAVE MUDANÇA INSTITUCIONAL NA DEFESA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO-CULTURAL!
1 Uma das instituições mais respeitadas e que mais serviços prestou ao Rio-Capital é o Conselho de Patrimônio Cultural. Sua impessoalidade e a tradição, por décadas, com os governos o constituindo em base ao conhecimento, experiência e independência, levou o Conselho de Patrimônio Cultural a ter a respeitabilidade que tem. Agora, foi criado um Conselho Municipal de Cultura, de caráter político, absorvendo funções do CPC e passando a ser quem define as políticas de patrimônio da cidade. Mais que um erro: um crime.
2. Lei n. 5.101 de 27/10/2009. "Ao Conselho Municipal de Cultura compete: (...) VI_ elaborar diretrizes que visem à proteção e à preservação de obras e manifestações de valor cultural, histórico e artístico. VII- elaborar DIRETRIZES que visem à proteção e à preservação de bens arquitetônicos e paisagístico da Cidade.
PRÓ-DROGA E HORTA-COMUNITÁRIA DE MACONHA!
Deputado do PT defende legalização, descriminalização e direito ao plantio. Ele é o interlocutor do governo.
(Globo-on, 28) Escolhido pelo Ministério da Justiça o interlocutor do governo para revisão da lei sobre drogas, o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) defende a legalização da maconha e o uso e o porte de pequenas quantidades para consumo pessoal. O parlamentar petista também é a favor do plantio da maconha para consumo pessoal, desde que com acompanhamento médico. - O nosso país também precisa regular o autoplantio, com licenças concedidas pelo Ministério da Saúde e acompanhamento médico, para permitir que, as pessoas que queiram, possam consumir maconha sem ter de recorrer a criminosos para adquiri-la.
MAIS UM GOLPE CHAVISTA NA ARGENTINA!
1. Às vésperas de assumir um novo Congresso (dezembro), com maioria da oposição, a presidente Cristina Kirchner apresenta uma lei de Reforma Político-Eleitoral de maneira a ampliar a força política e eleitoral de seu grupo. Antes havia prorrogado a lei delegada (que dá a decretos força de lei) e a lei de controle da mídia audiovisual.
2. (La Nacion, 29) A presidente Cristina Kirchner apresentou sua proposta de reforma política, que inclui a realização de eleições primárias, abertas e simultâneas para eleger candidatos presidenciais e deputados nacionais. Impõe ademais, fortes limitações aos partidos políticos, a proibição para gastos de campanha privados nos meios audiovisuais e restrições à publicação de pesquisas.
GEORGE SOROS: NÃO VEJO DE ONDE PODE VIR O CRESCIMENTO NOS EUA!
(Folha SP, 26) 1. Acho que o mundo vai demorar bastante para absorver o que aconteceu nessa crise, e a principal fonte de problemas está nos EUA. É lá que os consumidores gastaram mais do que ganharam por 25 anos, e o consumo corresponde a mais de 70% da economia do país, mas agora isso terá de mudar, mas levará tempo. Também houve a questão do sistema bancário, Eles vão conseguir sair do buraco, mas também vai levar tempo. E ainda tem todo o setor imobiliário comercial, com perdas ainda desconhecidas.
2. Posso estar errado. Já estive errado outras vezes, mas não vejo de onde pode vir o crescimento nos EUA.
3. Os chineses já possuem um acordo de compensação com a Argentina e acredito que estejam trabalhando em um com o Brasil, e veremos mais e mais tratados bilaterais. Então, o dólar permanecerá como a principal moeda internacional, mas o seu uso vai cair. Acho que um mundo de relações bilaterais é menos desejável do que a continuação de um sistema multilateral. Mas a estrutura que possuímos agora já se desintegrou, só que ainda não nos demos conta. É necessário criar um novo, e esta é a hora de fazê-lo.
ENQUANTO ISSO, O MERCOSUL... NA PRÁTICA!
(Clarín, 28) A chancelaria argentina fez uma forte reclamação ao Brasil por intermédio de seu embaixador em Buenos Aires, por travas que o governo Lula impôs à importação de uma série de produtos argentinos. O tom do protesto fica claro nos termos que foi formulado: considerou "INACEITÁVEL" que se parem caminhões na fronteira "sem aviso prévio" e exigiu aos brasileiros que "liberem a mercadoria em trânsito".
"TRAFICANTES ASSUMEM DIMENSÃO POLÍTICA, DESLEGITIMANDO AS AUTORIDADES"!
Trecho do artigo de Sebastian Ovejero, consultor em segurança e diretor da Strategic Support, no Clarín (26).
"O principal ponto se refere à política contra-narcotráfico, onde a dinâmica dos mercados delitivos está superando a capacidade do Estado para mitigar essa emergência. Ademais, ainda que mais sutis, outros fracassos conexos poderiam estar indicando um horizonte ainda mais obscuro para o Estado, não só no Brasil como na América Latina. As organizações criminosas que hoje atuam no Brasil já têm territórios urbanos em que se assentam. Essa é uma característica de movimentos com dimensão política: por meio do conflito armado deslegitimam a mera presença da autoridade pública."
PIORA A SITUAÇÃO DE SANEAMENTO NA ÁFRICA EXCLUÍDA!
(PNUD, 22). Em Moçambique, em que 94% da população urbana vive em favelas, a porcentagem de pessoas sem acesso a água encanada aumentou de 67% para 82% entre 1990 e 2004. Em Uganda, onde 93% moram em favelas, a população sem água encanada também cresceu no período: de 73% para 96%.
INTERNET E CELULAR PASSAM TV NO USO DOS JOVENS!
(outro canal - Folha SP, 26) A TV já não é considerada o item mais importante do dia a dia para a população jovem (de até 34 anos), segundo resultado de pesquisa feita pelo Ibope sobre hábitos de consumo de meios de comunicação. Para a faixa etária de dez a 17 anos, o computador com acesso a internet é o aparelho mais relevante (com 82% no ranking de prioridade), seguido pela TV (65%) e telefone celular (60%). Dos 18 aos 24 nos, o líder do ranking passa a ser o telefone celular (78%), com computador ligado à rede (72%) e TV (69%) em sequência, o que tem pequenas diferenças em relação ao próximo grupo, dos 25 aos 34: celular (81%), TV (73%) e computador (65%). Na média geral da população, a TV fica na liderança da pesquisa, com 77% de preferência.
O presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia, disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que na sucessão de 2010 "só a Oposição unida tem condição de vitória". Na avaliação dele, a definição do candidato deve ser feita até dezembro para a construção de uma candidatura forte com o objetivo de enfrentar os governistas. "Defendo que nossa estratégia seja organizar nossos palanques regionais e a campanha majoritária nacional até o final do ano, para que, a partir de janeiro, possamos começar a ter uma participação mais efetiva no diálogo com outros partidos e com nossas bases nos estados", afirmou.
Presidente de uma das principais agremiações políticas do país, Rodrigo Maia destacou que a decisão do candidato será do PSDB, mas assinalou que tem o dever e o direito de opinar no processo de sucessão. "À nossa parte cabe essa análise da conjuntura", disse, deixando clara a posição em favor da união dos partidos da Oposição, em qualquer circunstância. "Nós entendemos que o PPS, o DEM e PSDB precisam caminhar juntos nessa decisão, já que vai ser uma decisão muito difícil, onde o presidente Lula, sem respeitar a legislação eleitoral e abusando da máquina de todas as formas, vai se utilizar dessa estrutura para tentar vencer as eleições. Só a Oposição unida tem condição de vitória", enfatizou.
O Segundo Encontro Nacional da Juventude Democratas será o melhor de todos já realizados. No lugar de assembléias, cerimoniais e votações exaustivas, o foco será debater a política jovem no Brasil. Internet, a imagem dos políticos, a militância de oposição são alguns dos temas escolhidos a dedo. Tudo isso estará acontecendo a partir desta sexta-feira Blumenau, Santa Catarina. Clique aqui para saber mais.
O presidente do Democratas, deputado Rodrigo Maia (RJ), defende a inclusão de todos os trabalhadores na capitalização da Petrobras por meio de permissão, no processo, para a utilização do uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). “O FGTS deveria ser utilizado por todos. O fundo é do trabalhador, não do governo. O que o governo está fazendo é uma intervenção no fundo para que se invista no que o governo quer. É preciso que se dê o direito do trabalhador investir na Petrobras”, diz o presidente do Democratas.
Na avaliação de Rodrigo Maia, os acionistas minoritários da empresa serão prejudicados com o modelo de capitalização proposto pelo governo e que está sendo mantido na Câmara. Ele destaca que o governo vai aumentar seu endividamento para participar da capitalização. O presidente do Democratas assinala ainda que não considera bom para o país que se aumente o capital público na empresa.
“Será que é ruim para o governo que o trabalhador seja sócio da empresa? Porque o governo além do controle da empresa precisa de uma participação maior? Será que isso é bom para o Brasil? Eu acho que não”, analisa. Ele informa ainda que seu partido deverá realizar uma mobilização em plenário na Câmara para tentar permitir o uso do FGTS na capitalização.